terça-feira, 3 de março de 2009

Sim nós podemos 1

Muito se tem falado nos blogues das estradas que estão em mau estado seja a do Retiro a de Arronches ou a da Barragem porque estão cheias de buracos porque já estava programada a sua reparação há muito tempo e até porque já estavam orçamentadas pela Câmara noutros anos já para não falar nas outras estradas municipais que estão a maior miséria do mundo mas eu acho que as estradas não deviam ser arranjadas em primeiro lugar porque fazem com que os condutores cá da terra andem mais devagar e tenham menos acidentes até porque eles gostam muito de carregar o pé no acelerador e em segundo lugar porque podiam ser uma mais-valia para o concelho de Campo Maior e ser uma atracção turística vejam bem a minha ideia que era aproveitar para fazer todos os fins de semana ralies nas estradas do concelho e isto é uma proposta original e criativa porque não há nesta região outro concelho que tenha as estradas mais estragadas e assim aproveitava-se esta diferença e transformava-se uma coisa que dizem as más línguas é própria de um país de terceiro mundo numa coisa que trazia muita gente ao concelho para ver as corridas sem precisar de entrar nos campos como fazem nas Bajas e assim os comerciantes ficavam todos contentes porque faziam negócio e punha-se Campo Maior no mapa dos grandes eventos inovadores de Portugal e quem sabe da Península Ibérica ou até do mundo.

2 comentários:

Rapaz deixa a Rapariga disse...

Apoiado, acho que sim! Essas más línguas só sabem é difamar, dizendo que aquilo está mal, as estradas deviam estar ainda piores mas muito piores, porque o que interessa são outros assuntos de uma índole variada, daqueles que se diz muito e se faz ainda mais!

Victor Malaquias disse...

Ora aqui está uma jovem com visão. Senhores da política porque ainda são ultrapassados por esta juventude visionária.
Esta de fazerem das "picadas" de Campo Maior circuitos de ralis de todo o terreno, é um achado em termos de turismo, de sproveitamento dos recusos locais e de exploração do património natural e histórico do nosso conselho.
Esta menina (ou senhora?) devia ser vereadora da cultura numa futura gestão camarária.